terça-feira, 14 de julho de 2009

[capítulo 2] Como todos foram parar no hospício!


Martin decidiu que iria seguir sua vontade,deixou pra depois os trabalhos mais pesados e saiu para aproveitar o dia. De forma rápida saiu de sua sala, pegou sua mochila e quando estava quase para sair do prédio ouviu: -Martin, onde você vai?- perguntou Tony, o office boy.
-Vou dar uma volta, esfriar a cabeça, a vida não está sendo muito gentil comigo esses meses, disse Martin de forma pouco segura.
Continuou ele em seu trajeto até o carro. Com as milhares de coisa no pensamento não percebeu a movimentação estranha que acontecia a sua volta, como num passe de magica ele já estava dentro da carro, com uma arma apontada para sua cabeça! O assaltante dizia repetidas vezes:
-Aí meu irmão, é bom você dirigir certinho hein! Nada de gracinha pro meu lado rapá!
Martin obedecia de aos comandos como se aquele rapaz com uma arma na mão fosse seu patrão,dirigiu por alguns minutos, até pararem em uma agência bancaria que ficava numa rua familiar a Martin.[continua]

sábado, 11 de julho de 2009


[capítulo 1] Como todos foram parar no hospício!


Todos os dias ele acordava com a mesma música, á mesma hora,
do mesmo lado da cama.Seu tempo era marcado,sua vida era marcada pelas olhadas no relógio,não gostava de atrasos
(reflexo de quase quinze anos com os pontuais ingleses).
Perguntava-se o que poderia acontecer se chegasse pelo menos um dia atrasado,nada, apesar de ser uma empresa pequena, ele era o dono, continuou com esses pensamentos durante o banho, enquanto dirigia e até enquanto trabalhava!
Dentro dele uma vontade de fugir crescia, mas não podia se rebelar, afinal alguém tem que permanecer com o juízo perfeito. [continua]
Essas são minhas primeiras palavras no blog!
Pretendo usa-lo para devanear, usar e abusar daquilo que chamo de
criatividade, dom e português!